ser o olho que transforma o muro em nuvem. Apoiar-se sobre o que há de mais leve, as nuvens e o vento, e dirigir o olho para aquilo que só pode se revelar por uma visão indireta. Capaz de – sem deixar de dar concreção e espessura as coisas – subtrair peso do mundo.

“Retirar o peso” é transformar o mundo em paisagem.

Transformar tudo em luz.

[nelson brissac peixoto _ paisagens urbanas _ jogado ao mar por mariana moraes]

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